IBM, Adobe e Sun se unem a investigação antitruste sobre Microsoft
Rafael Postando!
Eu, sinceramente, não suporto o Internet Explorer, nenhuma versão dele, talvez porque conheço o Firefox e o Opera por exemplo. Mas as pessoas com menos fluência, ou menos necessidade de um bom navegador acabam preferindo usar o Internet Explorer.
Segue matéria publicada no IDGNow! sobre o processo anti-truste contra a Microsoft:
Alguns dos principais rivais da Microsoft vão se unir à investigação antitruste ligada ao navegador Internet Explorer movida pela União Europeia.
O Comitê Europeu para Sistemas de Interoperabilidade (ECIS, na sigla em inglês), cujos membros incluem Adobe, Corel, IBM, Oracle, RealNetworks e Sun, anunciaram na quarta-feira (15/04) que a Comissão Europeia concedeu ao grupo o status de “parte interessada” no processo.
O mesmo título foi dado à Mozilla e ao Google, quando as companhias obtiveram privilégios de acesso aos documentos da investigação.
“Este é um caso importante para garantir que menores desenvolvedores de browsers tenham uma chance de competir no mercado”, disse ,” Thomas Vinje, um porta-voz da ECIS.
Em janeiro, a Comissão submeteu uma lista de objeções, na qual a Microsoft era acusada de competição desleal por incluir o Internet Explorer no Windows. O processo existe desde 2007 e foi iniciado pela Opera Software. A Microsoft tem até a próxima terça-feira (21/04) para responder às alegações da Comissão.
No mês passado, a companhia confirmou que o IE8 poderá ser desinstalado no Windows 7, seu novo sistema operacional. A empresa não deixou claro, porém, se esse recurso foi adicionado devido à investigação da Comissão.
Add comment 04/16/2009
Nokia Morphy, Interatividade digital

Lançado juntamente com o Museu de Arte Moderna “Design and The Elastic Mind” exposição, o conceito Morph dispositivo é uma ponte entre tecnologias altamente avançadas e seus potenciais benefícios para os utilizadores finais. Este dispositivo apresenta alguns conceito revolucionário sendo explorada pela Nokia Research Center (NRC) em colaboração com o Centro de Nanociência Cambridge (Reino Unido) – nanoescala tecnologias que possam criar um mundo radicalmente diferente dos dispositivos que abrem um espectro de possibilidades inteiramente novo.
Morph conceito tecnologias pode criar oportunidades fantásticas para dispositivos móveis:
- Recém-ativado flexível e transparente materiais mistura mais perfeita harmonia com a nossa forma de viver
- Os dispositivos se tornem auto-limpeza e de auto-preservação
- Transparente eletrônicos oferecem uma dimensão inteiramente nova estética
- Enbutido absorção solar poderiam cobrar um dispositivo, ao passo que as pilhas se tornam menores, mais duradouro e mais rápido para carregar
- Sensores integrados poderá permitir-nos para saber mais sobre o ambiente que nos rodeia, que habilita-nos a fazer melhores escolhas
Além do adiantamento acima referido, a integração eletrônica mostrado no conceito Morph poderia custar menos e incluem mais funcionalidade em um espaço muito menor, ainda que as interfaces são simplificados e usabilidade é reforçada. Todas estas novas capacidades irão desencadear novas aplicações e serviços que irão permitir-nos para comunicar e interagir de maneira sem precedentes.
Flexível & Mudar o seu Design 
Nanotecnologia permite que os materiais e componentes que são flexíveis, stretchable, transparente e extraordinariamente forte. Fibrila proteínas são tecidas em um tridimensional que reforça malha fina elásticas estruturas.Usando o mesmo princípio subjacente a aranha de seda, esta elasticidade permite que o dispositivo para literalmente mudar formas e configurar-se a adaptar-se à tarefa em questão.
Um desenho dobrado se enquadraria facilmente em um bolso e poderia prestar-se ergonomicamente para ser utilizado como um telefone tradicional. Um desenho desdobradas maiores poderiam apresentar informações mais detalhadas, e que incorporam dispositivos de entrada tais como teclados e touch pads.
Mesmo electrónica integrada, a partir de conectores para sensores, poderão partilhar estas propriedades flexíveis.Além disso, a utilização de materiais biodegradáveis podem fazer produção e reciclagem de dispositivos mais simples e ecologicamente amigável.
Auto-limpeza
Nanotecnologia pode também ser aproveitado para a criação de auto-limpeza superfícies em dispositivos móveis, acabando por reduzir corrosão, desgaste e melhorando a longevidade. Nanoestruturados superfícies, tais como “Nanoflowers” naturalmente repelem água, sujeira e até impressões digitais utilizando também efeitos observados em sistemas naturais.
Advanced Power Sources
Nanotecnologia detém a possibilidade de que a superfície de um dispositivo se tornará uma fonte natural de energia através de uma cobertura de “Nanograss” estruturas que colheita energia solar. Ao mesmo tempo novo sistema de alta densidade energética para armazenamento de materiais para permitir que as pilhas se tornam menores e mais finas, mas também mais rápida a recarga e capaz de suportar mais carga por ciclos.
Sentindo O Meio Ambiente
Nanosensors seria capacitar os usuários a examinar o ambiente à sua volta em formas completamente novas, de analisar a poluição do ar, para ganhar visão bio-química traços e processos. Novas capacidades podem ser tão complexos como nos ajudar a acompanhar a evolução das condições de qualidade do nosso ambiente, ou tão simples como saber se os frutos que estamos prestes a gozar devem ser lavadas antes de comê-lo. Nossa capacidade para sintonizar em nosso meio estes meios pode nos ajudar a fazer decisões fundamentais que nortear as nossas ações cotidianas e, em última instância, pode reforçar a nossa saúde.
Interatividade digital
1 comment 04/03/2009
Mobilidade, o email marketing na palma da mão

A convergência digital – uma realidade no mercado brasileiro – levou várias empresas a desenvolver seus serviços pela Internet. Há algum tempo, já não precisamos sair de casa para ir ao banco, fazer compras, alugar DVDs, ou mesmo ligar o rádio para ouvir música, pois tudo está ali, online. O acesso à web e, consequentemente, ao mundo, já é mais do que comum. Tão comum que não precisa mais ser feito somente pelo computador. A inovação da tecnologia está gerando diferentes plataformas para acessarmos a internet, como celular, vídeo games, televisores etc… Destes dispositivos, citados, o de maior destaque, devido a mobilidade que ele nos proporciona, é o celular que, aos poucos, está sendo trocado pelo smartphone. Afinal, sabemos que o aparelho não serve apenas para telefonar, mas para inúmeras outras funções, praticamente semelhantes as que executamos em nossos notebooks ou desktops.
Só no Brasil, são cerca de 150 milhões de linhas móveis ativas, das quais 7,3% dos usuários acessam o mundo virtual via celular, ou seja, uma média de 11 milhões de pessoas (Pesquisa Nielsen). Porém, para acessar a web através desse multicanal de forma rápida e eficiente, os consumidores estão migrando para aparelhos mais ‘turbinados’, com tecnologia 3G (terceira geração de telefonia), especialmente os smartphones, que trazem maior capacidade de transmissão. Atualmente, o Brasil conta com 3,5 milhões de celulares 3G, aponta os dados da Nokia Siemens Networks.
O hábito de acessar a internet levou ao que já esperávamos: ler e responder emails. E, junto com isso, levou também mais oportunidades para empresas que desejam se comunicar diretamente e se beneficiam dos recursos propiciados pela evolução da tecnologia. Estamos em uma fase de mudança de comportamento e é preciso acompanhar esse processo para se manter no mercado.
O cenário é promissor e traz oportunidades que ninguém imaginava. Email marketing no celular? Diria email marketing na era da mobilidade. Sim, uma tendência que vai virar realidade a uma distância não tão grande assim. Só que, como em tudo que é novo, o planejamento é fundamental. Os acessos aos emails pelos smartphones ainda são tímidos, visto o tamanho populacional de nosso país. Mas, visto também a extensão rápida do uso do celular, não precisa ser especialista no assunto para saber que a aderência por esse tipo de comunicação será mais ágil do que prevemos.
Então? Chegou a hora de deixar a casa pronta, com ações iniciais que já podem ser aplicadas e alinhadas a essa tendência. O email marketing, como sabemos, é o único canal de mídia online que permite mensurar, além de quantos, quem se interessou pela sua comunicação. A estratégia de identificar perfis e segmentar continua e é fundamental, claro. Porém, a mudança está na aplicação.
A visualização do usuário de smartphone sempre, ou na maioria das vezes, é rápida. Portanto, a comunicação deve ser cada vez mais objetiva e, acima de tudo, com uma abordagem diferenciada. O campo visual é muito menor do que a tela de um computador, geralmente entre 2” ou 4”.
Mas, como diferenciar se sua visualização foi feita pelo smartphone ou computador? Sim, é possível identificar, em uma campanha de email marketing, de qual dispositivo o usuário acessou a mensagem. E, somente com essa mensuração pode-se mudar ou inovar nas estratégias de comunicação, considerando a criação direcionada para smartphones. E é aí que entra a preocupação com o trabalho de personalização das mensagens, pois, de acordo com a plataforma utilizada pelo destinatário para leitura, sua mensagem pode ser ou não lida.
No caso de ofertas para aquisição de produtos e serviços, é essencial entender que a compra provavelmente será feita através do computador. Claro que a tendência é que esse comportamento mude, porém hoje, os usuários estão utilizando o smartphone como filtro para eliminar de imediato emails irrelevantes, deixando apenas as mensagens importantes para uma interação posterior.
A chegada da tecnologia 3G propiciou a rápida aderência ao acesso a internet pelo celular. O número de pessoas que buscam por sistemas inovadores hoje só não é maior pela deficiência na capacidade de transmissão de dados. Mas sabemos que a tecnologia avança, ou melhor, corre.
Só acompanhará essa corrida quem decidir chegar primeiro. Mas, antes de tudo, planejar e aplicar a ética na comunicação continuam sendo estratégias fundamentais, mesmo quando falamos de email marketing no smartphone.
Preparar-se para as etapas só facilita a passagem para as próximas. Que venha a tecnologia 4G. Comunicação em voz, vídeo e dados…o triple play em uma escala ainda melhor do que a ‘já’ atual 3G.
Fonte: Walter Sabini Júnior – virtualtarget.com.br
CEO da Virid Interatividade Digital.
1 comment 03/31/2009
10 maiores tendências de TI para 2009
Discutir sobre tendências em um mundo digital em constante ebulição não é uma das tarefas mais fáceis. Longe de efervescentes previsões futuristas Inatingíveis, mais inerentes à “astrologia”, na mesma proporção que longe de exaurir as tendências em 2009 ou esgotar a lista de evoluções, o presente artigo elenca as 10 maiores tendências da Tecnologia da Informação previstas para se concretizarem ou alavancarem em 2009, e revelam um norte às empresas e profissionais da área no que diz respeito às 10 áreas relacionadas: governança, infra e rede, conectividade, carreira, conceito, linguagem de programação, humanização da ti, regulatório, operações, comportamento e webmarketing.
1 – Governança: TI VERDE IEC ESPM QM 08000s

A Ti Verde vai revolucionar o mundo de TIC, responsável por 3% da poluição mundial. A Governança “Verde” norteará os projetos e processos em ti, que deverão ser reformulados para atender os novos padrões impostos pela “Green Wash” . Surgirão as primeiras certificações de Gestores de TI com especialização em projetos verdes (GIM – Green IT Managment). Quanto às empresas, buscarão além da certificação ISO 14001, a novíssima certificação européia IEC ESPM QM 08000 para atender aos padrões da ROHS (Restriction of Certain Hazardous Substances), que estabelece regras para o uso de substâncias perigosas em produtos eletro-eletrônicos, bem como o total compliance com a norma WEEE (Waste Electrical and Electronic Equipment), que trata da disposição do lixo tecnológico.
2 – Infra e Rede: IPV6

340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456. Este pode ser o seu novo endereço IP!O famoso 4 x 109 não mais atende as necessidades da Internet no Mundo. 4 bilhões de endereços IP já não é suficiente. O IPV4 está mais próximo do fim, segundo analistas, não passa de 2012. Não significa o fim do TCP que está na camada de transporte, mas a introdução do IPV6 na camada de rede, atuando em conjunto com o ipv4 até o fim deste. O IPV6 vem com diversos atrativos como qualidade do serviço para streaming e VOIP (um tendência concretizada em 2008) e principalmente mobilidade. Esqueça IP como sendo os tradicionais “quatro octetos” ou “oito hexadecimais” e passe a pensar ip com no mínimo “oito octetos”. E o que isso muda no mercado de TI? A necessidade de profissionais especializados para a gestão da nova rede e integração com os sistemas operacionais. Bom mercado à vista. No Brasil o Comitê Gestor Internet no Brasil intensifica a educação sobre o uso do IPV6, onde já é possível estudar sobre o assunto em http://ipv6.br/.
3 – Conectividade: BPL

Surgirão os primeiros cronogramas sobre a implantação da Internet pela Rede Elétrica no Brasil (BPL do Inglês – BroadBand over Power Lines). Um batalha judicial poderá ser travada entre usuários de rádio amadores e Anatel. Ainda, especula-se que tal tecnologia possa interferir no controle de tráfego aéreo e marítimo. Outra batalha será a regulatória: ANATEL OU ANEEL? Quem dita as regras para o serviço? Como as teles atuais poderão sobreviver à onda de companhias elétricas que agora oferecem internet e faturam na conta de luz? Consultas públicas deverão ser realizadas. A BPL será oferecida com a bandeira da “inclusão digital”, já que onde chega energia, chegará Internet e com uma velocidade de até 40 mbps. Eletrodomésticos passam a ser vendidos com suporte BPL e isto pode auxiliar a difusão da TV Digital e interatividade de retorno. Profissionais de Engenharia Elétrica e Engenharia da Computação terão um excelente mercado. Os famosos “gatos de energia” aumentarão, e serão tipificados pelo delito de “furto”, já que a tal “energia” traz em si a internet que tem relevância econômica.
4 – Carreira: ITIL V3 e SCRUM

A certificação na biblioteca de boas práticas britânica ITIL (Information Technology Infrastructure Library) continua sendo uma “pérola” na hora da contratação de CIOS e Gestores de Tecnologia da Informação. A Gestão “com foco no cliente” e primando pela qualidade dos serviços de ti é a tônica para as corporações em 2009. Nada oficial mas especula-se que o bridge V4 para os certificados atualizará os livros com “conceitos verdes”, proporcionando uma gestão não só focada no cliente, mas no ambiente. Em paralelo, cresce a procura pelo profissional certificado SCRUM (Scrum Master), que contrário ao PMBOOK, onde a gestão é de projetos em geral, o framework SCRUM (Gestão de projetos ágeis) é focado em projetos e ciclo de produção de Softwares. Ao que se prega, ao contrário de um profissional PMP, um Scrum Master não planeja, instruiu o direciona, mas simplesmente lidera, em um “jogo” onde a velocidade é igual a satisfação do cliente. Teremos versões nacionais das certificações da Scrum Alliance (http://www.scrumalliance.org/).
5 – Conceito: CLOUD COMPUTING e VIRTUALIZAÇÃO

Elegemos Cloud Computing como o conceito chave da Internet até o primeiro semestre de 2009. Dentre as estruturas de suporte ao conceito, é inegável que a virtualização é a principal, seguida do chamado “Grid Cumputing” (O Compartilhamento de PCs e de Processamento), como no projeto SETI@Home (Search for Extraterrestrial Intelligence), onde centenas de pessoas compartilham seus computadores para a pesquisa. Já com relação às aplicações da Cloud Computing, os que mais chamarão a atenção são os chamados “Sistemas Operacionais Remotos”, operados de terminais burros, como o GHOST Virtual Computer (http://g.ho.st/) e o Goowy (http://www.goowy.com/). Docs, Suítes de Escritório e até mesmo ERPs virtualizados serão difundidos em 2009. Novos P-2-P voluntier systems surgirão como alternativa aos Bittorrents (protocolos). O termo “Cloud Computing” foi objeto de tentativa registro por parte da DELL em julho de 2008 (U.S. Trademark 77,139,082), mas foi cancelado no mês seguinte: Se assim não fosse, o Google teria que pagar uma indenização milionária à DELL. Como tecnologia emergente a virtualização fará com que a demanda pelo profissional especializado cresça, bem como por profissionais responsáveis por trilhas de auditoria e segurança da informação nas nuvens.
6 – Linguagem de Programação: RUBY ON RAILS (RoR)

2009 será o ano do CMS, content management system, template engines, produtividade sustentável e desenvolvimento ágil. Embora o Ranking da TIOBE Programming Community Index for November 2008, (http://www.tiobe.com/index.php/content/paperinfo/tpci/index.html), ainda aponte Java mantendo a ponta da tabela com o índice de popularidade, a família Visual Studio.NET (4o. na tabela) ainda é a preferida para empresas multinacionais e financeiras que necessitam de compliance com normas e contratos de responsabilidade, em conjunto com o Banco SQL Server ou Oracle. Por outro lado, o PHP aparece na cola em 5o. lugar em novembro de 2008, este sendo o representante fiel da “long tail” da programação, sendo preferido por clientes de pequeno e médio porte, que não podem pagar por licenças ou que não possuem regulamentações rígidas. A disputa entre os Bancos de Dados para PHP fica entre Mysql e Postgree, sendo o segundo ganhará mais adeptos em 2009. A curva de aprendizagem destas linguagens vem sendo fator de decisão dos CIOS, que as preferem ao Java e C por exemplo, considerando o fator tempo em um projeto. Destaque para o Python que não para de subir no ranking e pode representar bons negócios em 2009. Programar “sem saber de programação”, digamos assim, é a onda de 2009, como por exemplo, atualizar e gerenciar conteúdo de sites sem editar uma linha do html, por meio do Joomla (http://www.joomla.org/) um gerenciador (wiki) de conteúdo de sites escrito em PHP que passará a ser a preferência dos desenvolvedores web em 2009. Destaque também para o projeto TinnybutStrong (http://www.tinybutstrong.com/) um dos programas (bibliotecas) que anunciam a era dos “Templates Engines” ou “Simplificadores de programação” em 2009, onde se pode programar sem saber uma linha de programação. Mas o destaque principal para o framework que mais crescerá em 2009, vai para o “Ruby on Rails” (RoR), um misto de perl e phyton 100% orientado a objetos, freeware, e que promete ser um ambiente para quem não tem tempo a perder, como por exemplo, a pregação “criando um blog em 15 minutos” (http://www.rubyonrails.pro.br/apresentacoes). Na programação Móbile de 2009, o Android vai incomodar o J2me (http://code.google.com/android/), eis que muitos dispositivos móveis terão o sistema operacional e conseqüentemente, a comunidade opensource irá desenvolver em tal framework. O Acesso a Applications, APIS e Webservices será mais difundido pelo Google e empresas 2.0 à comunidade de desenvolvedores. Novas aplicações específicas surgem dos Maps, Wikis, Earth e outros mashups, como o http://www.wikicrimes.org/main.html.

7 – Humanização da TI: POWERSET

O Processamento da Linguagem Natural (PLN) e a Websemântica anunciam seus protótipos ao mundo digital. A W3C intensifica um modelo global de partilha de conhecimento por intermédio de máquinas. A tecnologia? Logicamente, XML (Extensible Markup Language) e RDF (Resource Description Framework) Sistemas computacionais capazes de compreender a linguagem falada e escrita continuam em ágil aprimoramento. Programas para acessibilidade ganham destaque na Internet como o DOSVOX (http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/), que possibilita o uso da informática por cegos. O Maior destaque fica para o Powerset (http://www.powerset.com/) primeiro mecanismo de busca a utilizar a utilizar a PLN em larga escala, que crescerá no primeiro semestre de 2009. o Google, embora resista a idéia de pessoas ficarem “fazendo perguntas” ao buscador, será forçado a implementar módulos de humanização e semântica caso não queira perder sua vasta parcela. Outro conceito que cresce nos buscadores é da “Personalização”, onde o destaque será para o Google Search Wiki, que permitirá ao usuário subir ou descer resultados em seu “ranking pessoal”.
8 – Regulatório: LEI DE CRIMES DE INFORMÁTICA

É no mínimo “truanesco” que 2009 termine sem a promulgação da Lei de Crimes de Informática. Recentemente foi aprovado o PLS 250/2008 contra os crimes de Pedofilia na Internet e a tendência natural é que o PL 89/2003 (antigo 76/2000 – que cuida dos crimes digitais), já aprovado no Senado em julho de 2008 seja enfim promulgado e entre em vigor no Brasil. O número de crimes eletrônicos continua a crescer em 2009 e foca suas atividades para a telefonia móvel e redes wi-fi. No entanto, no início da vigência da Legislação, muitas pessoas serão incriminadas por atos praticados por terceiros ou sem mesmo saber que a conduta praticada era considerada criminosa. Os provedores passam a ser obrigados a preservar dados de usuários e conexões por 3 (três) anos, sob pena de multa que varia de R$ 2.000,00 à R$ 100.000,00 por requisição não cumprida. A Lei gera polêmica e cria movimentos contrários, como os que pregam a “auto-regulamentação” da rede e a lei como empecilho à liberdade de expressão e inclusão digital.
9 – Operações: SAAS

A disponibilização de Software como Serviço crescerá em 2009. Os grandes ERPs concentrarão esforços para criarem a plataforma ou assim oferecerem serviços. Além der ser estratégia verde, poupar energia, custos de implantação e aproveitar a capacidade de processamento de computadores, o SAAS passa oferecer uma nova ótica para precificar um software, o ROI (Return of Investiment) e o valor agregado ao cliente. Métricas como APF (Análise de Pontos por função) ou SLOC (Contagem de linhas lógicas ou físicas) não mais refletem a realidade do valor de um projeto de software ou da cessão de códigos fontes, sendo que novas abordagens paramétricas passam a integrar a lista das consultorias como a preferida pela Microsoft, a TCO (Total Cost of Ownership ou Custo Total da Propriedade), que contempla todos os valores envolvendo aquisição de produtos, instalação, impantação, suporte, treinamento, etc. Segundo a Gigante citada, o TCO de seus produtos é menor que o dos Softwares Livres.
10 – Comportamento e Web Marketing: SEO 2.0 e I-DOSER

O Termo é controverso e não aceito. Para alguns trata-se apenas de SEM (Search Engine Marketing), mas para uma minoria crescente, uma atualização dos conceitos de otimização de sites, que vem a atender as necessidades de mudanças impostas pelo Google, como a “personalização”, anunciada pelo SearckWiki e que relativisa todos os estudos realizados sobre PageRank. Passa-se a raciocinar o SEO “orientado a usuários”. Se já foi difícil identificar fatores que influenciam o posicionamento das páginas, que sempre foram guardados a sete chaves pelos sites de busca, 2009 será o ano de novas práticas e estudos em busca do mapeamento das alterações trazidas. No que cerne à comportamento, 2009 Intensifica a era da Mobile e IPTV, como o “OneSeg”. Cresce a demanda pelo entretenimento digital e conteúdos “on-demand”, o que faz com que os produtos web sejam focados não em tecnologia, mas em experiências.

O Destaque fica pela polêmica experiência I-doser (http://www.i-doser.com) a chamada “droga virtual”, que passará a integrar dispositivos móveis e poderá ser transmitida viaM2M (Mobile-to-Mobile), graças às novas tecnologias RFID (Radio-Frequency Identification) e wireless que integrarão a linha de dispositivos do próximo ano. Por meio do RFID, as pessoas serão identificadas em lojas (M-Payments), locais públicos, privados e eventos, o que chamará a atenção de crackers que explorarão a tecnologia para capturar informações e para a prática de golpes. No campo das enciclopédias da rede, o Monopólio da Wikipedia passa a ser ameaçado pelo projeto do Google Knol (http://knol.google.com/k), que explorará a decisão da “concorrente” de limitar sutilmente a liberdade de publicação de conteúdos, atualmente restrita ao que chama de “grupos confiáveis”.
2 comments 03/18/2009
Marketing Viral – O Vento
Fala pessoal, sabe aqueles vídeos que te fazem pensar e que você só entendo no final, e logo depois envia para centenas de amigos por e-mail. Então assista essa campanha da Epuron:
Abraços a todos
1 comment 03/13/2009
Marketing digital?
Nossa. Muito se fala em Marketing Digital, Web Marketing, Marketing de Internet e até em Mercado Digital. Quando vejo isso tudo, me lembro do curso de MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo (muito bom) do I-group, onde discutíamos se existe ou não mercado digital. Resultado: Claro que não existe, existe apenas mercado.
Chegamos a conclusão que não existem pessoas digitais – existem pessoas que assistem filmes, Navegam na Web, Jogam futebol, andam pelas ruas e Shoppings.
Acho que quando montamos um projeto Web, se focarmos nossas estratégias apenas na Internet, estamos jogando uma boa parcela do mercado fora. Um bom exemplo disso é do Sr. Google, pai da internet atual, quando lançou uma ação de guerrilha em Berlin para o Google Vídeo: ver o vídeo no youtube.
Já vi muitos amigos focando apenas na internet, principalmente quando estão montando um processo de arquitetura de informação do projeto, onde focam apenas no ambiente virtual, ex: Quero comprar uma camisa > entro no site > procuro a camisa > não achei? > Volto a home > Etc.
Será que não seria importante estudar o processo offline de compra desse usuário, para assim, conseguirmos trazer o melhor do offline para o online.
Costumamos separar em 4 etapas alguns dos estudos no ambiente offline, onde o chamamos de custos de:
- Custo de propriedade: O usuário compra a camisa por R$ 40,00, mas no valor também está incluso o frete de R$ 15,99. Seria a mesma coisa quando uma agência vende um site. O cliente vai pecisar pagar por manutenção, domínio, hospedagem, etc. Precisamos pensar nisso.
- Custo de Tempo: Vendemos a camisa, mas a entrega fica para 9 dias úteis. Nisso a internet perde para o offline. Mas mesmo assim, precisamos criar estratégias para isso.
- Custo de Esforço: Não preciso sair de casa para comprar a camisa. Ponto para o online.
- Custo de Risco: A camisa é barata, mas não conheço a empresa dona do site ou a camisa em outros sites custa o dobro. Será que vão entregar? O barato pode sair caro.
O mundo mudou e as estratégias também, pois até em uma lan house é uma coisa de doido, pois é um lugar onde todos se juntam para, separadamente, se encontrar.
Abraços a todos
Ricardo Heidorn
1 comment 01/02/2009
Métricas para Internet
Pude perceber que muito se fala em Análise de Métricas para a Internet. Pessoas discutindo qual o melhor software: Google Analytics, Yahoo Analytics, Woopra, etc. Mas o pior de tudo, é que as agências hoje estão vendendo o serviço de métricas sem pelo menos conhecer a fundo o mundo das “Análises de Métricas”.
Vendem apenas os famosos Visits, Pageviews, Pages/Visit, Bounce Rate, Avg. Time on Site, New Visits, etc (isso se dá de graça ao cliente). Porém esquecem de trasnformar esses números em estratégias interativas para atrair ainda mais os visitantes no projeto web e principalmente de traçar o ROI do projeto.
Costumo dividir os projetos de métricas em 03 escalas, sendo:
Métricas básicas: Métricas extraídas de ferramentas estatísticas: page-views, unique visitors, visitantes etc.
Métricas intermediárias: Métricas obtidas pelo cruzamento de algumas métricas básicas: page-views por visitante, tempo médio por visita etc.
Métricas avançadas: Representações matemáticas do comportamento do usuário baseadas em premissas que fogem de relatórios: índice de satisfação, etc.
Acho que o ponto crucial de uma análise está em transformar os dados quantitativos em qualitativos, pois mais que saber os número exato de usuários, precisamos saber os objetivos dos usuários em nosso site.
Vamos deixar um exemplo no ar. Uma empresa X registrou os seguintes números em determinado mês:
- 10 mil visitantes únicos
- 70.000 page-views
- 1000 envios de email de dúvida
- 500 compras
- 1000 cadastros
- 10 indicações para amigos
- 2000 buscas por produtos
Que tipo de métricas intermediárias vocês podem produzir com isso?
O que elas querem dizer para a empresa X? Como você acha que está o site?
Mandem as respostas.
Abraços a todos.
2 comments 12/29/2008
A morte da homepage
Estava lendo uma notícia em um site muito interassante. A homepage, aquele modelo de página tal qual conhecemos hoje, está morrendo. Pelo menos é o que indica o estudo da Avenue A | Razorfish, realizado com 475 consumidores norte-americanos em julho do ano passado. Alguns números foram apresentados pelo vice-presidente Garrick Schmitt no último IA Summit no painel “Do Real People Really Use Tag Clouds?: Research To Help Separate Web 2.0’s Hits From Hype”.
Os resultados da pesquisa deixam claro que a web 2.0, que tem a colaboratividade como principal característica, deixou de ser moda – é um sucesso mais do que consolidado, mas ao mesmo tempo um vasto campo a ser explorado. Entenda um pouco melhor o comportamento digital dos entrevistados:
- 60% já customizaram páginas com RSS, agenda ou outro aplicativo;
- 70% lêem blogs;
- 40% escrevem em blogs;
- 44% consomem conteúdo via RSS;
- 35% já usaram tag clouds;
- 85% guiam sua navegação pelos mais populares ou mais enviados;
- 55% iniciam o processo de compra pela busca.
Resumindo: a homepage não é mais o principal ponto de contato digital do consumidor com a marca. A Avenue A | Razorfish traduziu algumas tendências deste novo usuário em 5 recomendações básicas:
1. Torne o seu conteúdo portátil. Permita que os usuários levem-no para onde acharem melhor consumi-lo. RSS e widgets são um bom caminho para a portabilidade
2. Permita aos usuários avaliar e comentar o conteúdo. Isso dará mais credibilidade a ele
3. Invista em videos online. Eles são a próxima grande onda de crescimento no segmento. Descubra como ganhar dinheiro com eles para monetizar o investimento
4. Pense além da homepage – elas não têm mais um papel central na experiência online do consumidor. Pense em como explorar o seu conteúdo em ferramentas de busca, publicidade, blogs e social media
5. Aproxime-se do celular, mesmo que com pequenos passos, e fique de olho nos avanços da área. O iPhone da Apple é um ótimo alvo
Add comment 09/12/2008
Zoomii, um e-commerce diferente!
Acabei de ler em um blog uma matéria muito interassante sobre a nevegação por metáfora. Pelo que eu li, um jovem rapaz resolveu juntar a api do Google Maps mais uma lista dos 25.000 livros mais vendidos da Amazon e montou um e-commerce inteiro com navegação simulando prateleiras reais de livros. O nome do e-commerce é Zoomi.
Me lembrei da aula de usabilidade que tive no IMBA do I-Group quando estudamos um site sobre perfumes, onde a principal chave do site era a experiência que a marca passava aos usuários. Lembra muito os antigos sites das empresas aéreas quando resolveram vender as passagens na web em uma interface que parecia o balcão dos aeroportos: Não deu muito certo.
O site usa exatamente a mesma forma de navegação do Google Maps, ao permitir o usuário aproximar ou afastar-se das prateleiras, inclusive usa os mesmos controles. Um ponto curioso é que ele permite inclusive criar permalinks. Veja por exemplo este livro do Sandman. Ele monta a url a medida que você navega no site. É possível obter também o permalink da página com os detalhes do livro.
O site possui alguns pontos fracos em ralação a usabilidade como: Porque preciso clicar umas 4x para chegar no meu livro preferido, o botão voltar (mais usado pelos usuários no navegador), volta apenas as coordenadas que você clica dentro da interface e não ao item ou site anterior, falta de um botão buscar (muito utilizado em e-commerce), etc.
Add comment 09/03/2008
Ferramenta que testa a acessibilidade de sites e blogs
O governo federal disponibilizou uma ferramenta de avaliação de acessibilidade chamada ASES, que examina e identifica todos os pontos fracos em sites e blogs. Agora nínguem vai ter mias desculpa para melhorar a aplicação e corrigir os erros.
Descobri um avaliador de acessibilidade (ASES) disponibilizado pelo governo federal eletrônico em conjunto com a Sociedade Acessibilidade Brasil. Encontrei o avaliador em andanças, no blog de Cristian Tretin (Web para todos) e, posteriormente, no blog de Marcelo Torres.
Vamos lá gente. Conhecimento e informação pra todos!
Add comment 05/09/2008