Marketing Viral – O Vento

Fala pessoal, sabe aqueles vídeos que te fazem pensar e que você só entendo no final, e logo depois envia para centenas de amigos por e-mail. Então assista essa campanha da Epuron:

Abraços a todos

Publicado em: on 03/13/2009 at 17:45 Comentários (1)

Marketing digital?

Nossa. Muito se fala em Marketing Digital, Web Marketing, Marketing de Internet e até em Mercado Digital. Quando vejo isso tudo, me lembro do curso de MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo (muito bom) do I-group, onde discutíamos se existe ou não mercado digital. Resultado: Claro que não existe, existe apenas mercado.

Chegamos a conclusão que não existem pessoas digitais – existem pessoas que assistem filmes, Navegam na Web, Jogam futebol, andam pelas ruas e Shoppings.

Acho que quando montamos um projeto Web, se focarmos nossas estratégias apenas na Internet, estamos jogando uma boa parcela do mercado fora. Um bom exemplo disso é do Sr. Google, pai da internet atual, quando lançou uma ação de guerrilha em Berlin para o Google Vídeo: ver o vídeo no youtube.

Já vi muitos amigos focando apenas na internet, principalmente quando estão montando um processo de arquitetura de informação do projeto, onde focam apenas no ambiente virtual, ex: Quero comprar uma camisa > entro no site > procuro a camisa > não achei? > Volto a home > Etc.

Será que não seria importante estudar o processo offline de compra desse usuário, para assim, conseguirmos trazer o melhor do offline para o online.

Costumamos separar em 4 etapas alguns dos estudos no ambiente offline, onde o chamamos de custos de:

- Custo de propriedade: O usuário compra a camisa por R$ 40,00, mas no valor também está incluso o frete de R$ 15,99. Seria a mesma coisa quando uma agência vende um site. O cliente vai pecisar pagar por manutenção, domínio, hospedagem, etc. Precisamos pensar nisso.

- Custo de Tempo: Vendemos a camisa, mas a entrega fica para 9 dias úteis. Nisso a internet perde para o offline. Mas mesmo assim, precisamos criar estratégias para isso.

- Custo de Esforço: Não preciso sair de casa para comprar a camisa. Ponto para o online.

- Custo de Risco: A camisa é barata, mas não conheço a empresa dona do site ou a camisa em outros sites custa o dobro. Será que vão entregar? O barato pode sair caro.

O mundo mudou e as estratégias também, pois até em uma lan house é uma coisa de doido, pois é um lugar onde todos se juntam para, separadamente, se encontrar.

Abraços a todos

Ricardo Heidorn


Publicado em: on 01/02/2009 at 20:55 Comentários (1)

Métricas para Internet

Pude perceber que muito se fala em Análise de Métricas para a Internet. Pessoas discutindo qual o melhor software: Google Analytics, Yahoo Analytics, Woopra, etc. Mas o pior de tudo, é que as agências hoje estão vendendo o serviço de métricas sem pelo menos conhecer a fundo o mundo das “Análises de Métricas”.

Vendem apenas os famosos Visits, Pageviews, Pages/Visit, Bounce Rate, Avg. Time on Site, New Visits, etc (isso se dá de graça ao cliente). Porém esquecem de trasnformar esses números em estratégias interativas para atrair ainda mais os visitantes no projeto web e principalmente de traçar o ROI do projeto.

Costumo dividir os projetos de métricas em 03 escalas, sendo:

Métricas básicas: Métricas extraídas de ferramentas estatísticas: page-views, unique visitors, visitantes etc.

Métricas intermediárias: Métricas obtidas pelo cruzamento de algumas métricas básicas: page-views por visitante, tempo médio por visita etc.

Métricas avançadas: Representações matemáticas do comportamento do usuário baseadas em premissas que fogem de relatórios: índice de satisfação, etc.

Acho que o ponto crucial de uma análise está em transformar os dados quantitativos em qualitativos, pois mais que saber os número exato de usuários, precisamos saber os objetivos dos usuários em nosso site.

Vamos deixar um exemplo no ar. Uma empresa X registrou os seguintes números em determinado mês:
- 10 mil visitantes únicos
- 70.000 page-views
- 1000 envios de email de dúvida
- 500 compras
- 1000 cadastros
- 10 indicações para amigos
- 2000 buscas por produtos

Que tipo de métricas intermediárias vocês podem produzir com isso?
O que elas querem dizer para a empresa X? Como você acha que está o site?

Mandem as respostas.

Abraços a todos.

Publicado em: on 12/29/2008 at 22:40 Comentários (2)

A morte da homepage

Estava lendo uma notícia em um site muito interassante. A homepage, aquele modelo de página tal qual conhecemos hoje, está morrendo. Pelo menos é o que indica o estudo da Avenue A | Razorfish, realizado com 475 consumidores norte-americanos em julho do ano passado. Alguns números foram apresentados pelo vice-presidente Garrick Schmitt no último IA Summit no painel “Do Real People Really Use Tag Clouds?: Research To Help Separate Web 2.0’s Hits From Hype”.

Os resultados da pesquisa deixam claro que a web 2.0, que tem a colaboratividade como principal característica, deixou de ser moda – é um sucesso mais do que consolidado, mas ao mesmo tempo um vasto campo a ser explorado. Entenda um pouco melhor o comportamento digital dos entrevistados:

  • 60% já customizaram páginas com RSS, agenda ou outro aplicativo;
  • 70% lêem blogs;
  • 40% escrevem em blogs;
  • 44% consomem conteúdo via RSS;
  • 35% já usaram tag clouds;
  • 85% guiam sua navegação pelos mais populares ou mais enviados;
  • 55% iniciam o processo de compra pela busca.

Resumindo: a homepage não é mais o principal ponto de contato digital do consumidor com a marca. A Avenue A | Razorfish traduziu algumas tendências deste novo usuário em 5 recomendações básicas:

1. Torne o seu conteúdo portátil. Permita que os usuários levem-no para onde acharem melhor consumi-lo. RSS e widgets são um bom caminho para a portabilidade

2. Permita aos usuários avaliar e comentar o conteúdo. Isso dará mais credibilidade a ele

3. Invista em videos online. Eles são a próxima grande onda de crescimento no segmento. Descubra como ganhar dinheiro com eles para monetizar o investimento

4. Pense além da homepage – elas não têm mais um papel central na experiência online do consumidor. Pense em como explorar o seu conteúdo em ferramentas de busca, publicidade, blogs e social media

5. Aproxime-se do celular, mesmo que com pequenos passos, e fique de olho nos avanços da área. O iPhone da Apple é um ótimo alvo

Zoomii, um e-commerce diferente!

Acabei de ler em um blog uma matéria muito interassante sobre a nevegação por metáfora. Pelo que eu li, um jovem rapaz resolveu juntar a api do Google Maps mais uma lista dos 25.000 livros mais vendidos da Amazon e montou um e-commerce inteiro com navegação simulando prateleiras reais de livros. O nome do e-commerce é Zoomi.

Me lembrei da aula de usabilidade que tive no IMBA do I-Group quando estudamos um site sobre perfumes, onde a principal chave do site era a experiência que a marca passava aos usuários. Lembra muito os antigos sites das empresas aéreas quando resolveram vender as passagens na web em uma interface que parecia o balcão dos aeroportos: Não deu muito certo.

O site usa exatamente a mesma forma de navegação do Google Maps, ao permitir o usuário aproximar ou afastar-se das prateleiras, inclusive usa os mesmos controles. Um ponto curioso é que ele permite inclusive criar permalinks. Veja por exemplo este livro do Sandman. Ele monta a url a medida que você navega no site. É possível obter também o permalink da página com os detalhes do livro.

O site possui alguns pontos fracos em ralação a usabilidade como: Porque preciso clicar umas 4x para chegar no meu livro preferido, o botão voltar (mais usado pelos usuários no navegador), volta apenas as coordenadas que você clica dentro da interface e não ao item ou site anterior, falta de um botão buscar (muito utilizado em e-commerce), etc.

Publicado em: on 09/03/2008 at 17:52 Deixe um comentário

Ferramenta que testa a acessibilidade de sites e blogs

O governo federal disponibilizou uma ferramenta de avaliação de acessibilidade chamada ASES, que examina e identifica todos os pontos fracos em sites e blogs. Agora nínguem vai ter mias desculpa para melhorar a aplicação e corrigir os erros.

Descobri um avaliador de acessibilidade (ASES) disponibilizado pelo governo federal eletrônico em conjunto com a Sociedade Acessibilidade Brasil. Encontrei o avaliador em andanças, no blog de Cristian Tretin (Web para todos) e, posteriormente, no blog de Marcelo Torres.

Vamos lá gente. Conhecimento e informação pra todos!

Publicado em: on 05/09/2008 at 12:11 Deixe um comentário

Yahoo Analytics

Agora ficou ainda mais fácil ter uma avaliação de métricas nos nosso web sites. O Yahoo lançou o Yahoo Analytics, totalmente gratuito, seguindo os passos do nosso amigo Google e a grande Microsoft, pois no ano passado a Microsoft comprou a DeepMetrix e entrou com o Gatineau, agora Microsoft adCenter Analytics, com o objetivo de fazer frente ao Google Analytics, o que até este momento não aconteceu.

Vale a pena conferir a matéria na íntegra no Webinsider.

Publicado em: on 05/08/2008 at 20:06 Deixe um comentário

Beyond ALT Text

Uma dica que vale muito a pena para pesquisas e referência; a Nielsen Norman Group disponibilizou gratuitamente para download – antes custava US$124 – um relatório contendo boas práticas de design de websites e intranets a partir de estudos de usabilidade junto a usuários de tecnologias assistidas.

O estudo “Beyond ALT Text: Making the Web Easy to Use for Users with Disabilities”, de Kara Pernice e Jakib Nielsen, está disponível em inglês no formato PDF, tem 148 páginas e 7MB. Clique aqui para acessar o release e fazer o download.

Publicado em: on 03/17/2008 at 14:58 Deixe um comentário

Seesmic – Uma nova maneira de Video-Blogar

Cansado dos longos posts do seu blog? Ou então das poucas linhas do seu Twitter? Então preparem-se para o Seesmic (www.seesmic.com).

O Seesmic, que ainda está em Alpha, pretende dar uma cara nova aos métodos de blogging atuais. A diferença principal, é que os seus posts e respostas são efetuadas através de vídeos.

Com uma webcam e microfone na mão e uma idéia na cabeça, você cria seus posts em vídeo em tempo real, faz uploads de vídeos ou ainda carrega vídeos que você tenha em suas redes sociais somente adicionando a URL. Ao disponibilizar um vídeo você pode criar posts ou responder a posts de outras pessoas, informando a língua que você está utilizando.

Assim como no Twitter você pode seguir e ser seguido, e além disso contar com lista de amigos, lista de vídeos, lista de respostas, tracking de conversas e ainda disponibilizar a URL ou ”embedar” seus vídeos nas suas redes sociais ou blogs.

Ele ainda possui integração com o Twitter exibindo seus últimos posts e você pode notificar cada video-post novo no seu Twitter

Como ainda está em Alpha o ingresso no sistema está sendo controlado a partir de solicitação de senha de acesso.

Quem tiver interesse de conhecer essa nova ferramenta (que na minha opinião pode crescer bastante) e quiser me adicionar é só procurar por Kadu M. de Oliveira.

Publicado em: on at 14:57 Deixe um comentário

22books: Listas… livros… livros… listas!

O projeto está bem no início, mas está aí uma idéia muito bacana para conhecermos novos livros e autores (e por quê não, pessoas com as mesmas afinidades literárias que você?). Achei interessante a proposta da 22books (http://www.22books.com), resta-nos participar e ver se vai vingar; você se cadastra e cria sua própria lista de “livros favoritos”, ou encontra no site uma série de listas já montadas por outros usuários.

Não existem muitas listas publicadas, mas potencial para virar uma “ferramenta mix” de mecanismo de busca, rede social e recomendação de usuários, ah, isso já tem. Já existem listas de “livros que mudaram minha vida” a “os melhores livros de webdesign”. Bom, vale a pena conhecer (uma versão tupiniquim seria bem legal heim?)

Publicado em: on at 14:51 Deixe um comentário